23 outubro 2007

Outono!

da minha farta cabeleira caíu uma folha amarela
lanceolada e dentada com cerca de 8cm de comprimento
sou um freixo em desfolhada
eís que chega finalmente o Outono!

Indústrias não subsidiárias

Fui ao King ver o Les Chansons d’amour, gostei imenso, do filme e da banda sonora.
Imbuída do meu melhor espírito consumista, vou á Fnac, essa agora ex-meca de consumo, e não encontra o cd disponível!

Para quando, Valeriana, a concretização desse projecto de cinema, que deverá ter tb um espaço de consumo/consulta com livros, cd’s e dvd’s alusivos aos filmes em apresentação, realizadores, actores e afins?

21 outubro 2007

Elegy of life: Rostropovich, Vishnevskaya

Rostropovich divide o seu universo em dois: os compositores e os intérpretes.
Explica-nos que num futuro próximo a nossa nação será a Terra.
Hoje no DocLisboa. De Aleksandr Sokurov.

20 outubro 2007

Born to lose: The last rock and roll movie


Hoje no DocLisboa. De Lech Kowalski.
(aqui é apenas um registo ao vivo de algum fã de Johnny Thunders)

19 outubro 2007

O post anterior...

tem esta musica como bando sonora!


Viaggiare sentirsi Marco Polo

sentirsi molto solo
qualche volta sopra un treno
dentro uno scompartimento pieno di facce che non sai che non saprai
confini di solitudini che non cadranno mai, che tu non rivedrai mai
scambiare quattro chiacchiere in lingue che non sai
comunicare con un semplice sorriso o con un gesto solo
scoprirsi Marco Polo e non sentirsi solo tra gli umani
stringere milioni di mani in ogni posto
agosto dopo agosto...
Viaggiare attraverso il suono, buono, il basso che un tuono
viaggiare attraverso la musica, attraverso la cultura
la scoperta della natura e di s, viaggiare nei perch
viaggiare in internet o sopra un jet o in bicicletta o a piedi
modificare i credi scambiarsi le fedi
e muoversi rimanendo fermi sul posto
agosto dopo agosto...

Marco Polo do Lorenzo Jovanotti

Viajar

Obrigada T. pelo envio da imagem.

18 outubro 2007

Eleições

Vou ali numa corrida por um par de cruzes, num par de papelinhos, com um par de canetas pretas inexistentes.

Homens que não gostaria de ter como irmãos (5)

José Eduardo Agualusa por Angola

17 outubro 2007

A pergunta que se impõe

Para quando uma foto de Rui Santos na nova rúbrica ''Homens que não queremos para irmãos''?

''Os filmes da minha vida 2º volume''

Numa breve conversa João Bénard da Costa explicou porque não gosta de fazer crítica de cinema e porque não gosta de Fellini, mas também que as empatias se alteram e que não se revê em algumas frases do passado.
Não me surpreende o facto de João Bénard da Costa não gostar dos filmes de Fellini, mas é inesperado gostar de John Carpenter e de ter escolhido como um dos 50 filmes inesquecíveis John Carpenter's Vampires. Aproveitei para lhe agradecer, que eu também gosto do filme e foi bom poder vê-lo na Gulbenkian.
No fim, pela mão do sempre gentíl Manuel R., ainda ganhei o dito livro e com direito a autógrafo.

Grémio Literário

As paredes do Grémio Literário são castanho-chocolate-veludo-macias. Apetece passar a mão.
Talvez por isso o acesso seja tão restrito, ou não havería mão para tanta manutenção.

Cromo da bola...

Já lá vão muitos dias sem ver o Glorioso jogar!

Oh please....

Let there be cold
And occasional rain

Let there be hats & gloves
And occasional Wellington’s

Let there be winter
Winter, winter, winter!

16 outubro 2007

Homens que (também eu) não gostaria de ter como irmãos (4)

Christian Bale, em versão assim-assim, skinny ou insuflada. É indiferente.

Ditadura musical?

Será obrigatório gostar de David Fonseca?
Já não se aguenta a conversa do novo disco…já não se consegue ouvir a cover do Elton John! Albúm mais vendido a seguir ás Chiquititas? Por Thor!

Homens que não gostaria de ter como irmãos (3)

David e Stephen Dewaele pela Bélgica

15 outubro 2007

Pés


Só os guardarei quando a intempérie for imperativa.

Homens que não gostaria de ter como irmãos (2)

Clive Owen pela Inglaterra

Homens que não gostaria de ter como irmãos (1)

Johny Wilkinson pela Inglaterra


uma verdadeira bomba literária e moral

A Tragédia da Rua das Flores ou O Desastre da Travessa das Caldas ou Os Amores de um Lindo Moço, O Caso Atroz de Genoveva ou simplesmente Genoveva, é uma obra rascunhada e rudimentar do ponto de vista gramatical, formal e estilístico, que ficou esquecida durante cerca de cem anos e que o autor nunca chegou a corrigir.

Todavia, era, para Eça,

"o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje"

"uma verdadeira bomba literária e moral".