O Glorioso completa hoje 104 anos! e pensar que tudo começou na Farmácia Franco, na Rua Direita de Belém (nº 147) em Belém com José Rosa Rodrigues e Cosme Damião.
O maior celeiro do mundo. Cem milhões de sementes guardadas no Ártico à espera das restantes que prefazem dois mil milhões. É o Svalbard Global Seed Vault.
de Biquini Cavadão. Começando no maravilhoso nome do conjunto e acabando na batida extremamente actual e digna de uma sessão dos dj's do c*****o. Vale tudo para nos livrar do tédio.
Em resposta ao desafio de fim de semana, lançado aquie deixando cair a pretensiosa taxomonia de inspiração que tentei sistematizar, digo apenas que:
Inspiram-me as paisagens, os objectos e as pessoas de quem gosto! Inspira-me o Glorioso e basta!
Este desafio, apetece-me agora passar á Valeriana Impaciente, co-bloger inspirada e também ao autor do Eternas Saudades do Futuro, que hoje, nem de proposito, falava de inspiração.
Acho que em maio, nas magnas douturais quero ouvir em repeat:
We expected something, something better than before. We expected something more do you really think you can just put it in a safe behind a painting, lock it up and leave do you really think you can just put it in a safe behind a painting, lock it up and leave walk away nowand you’re gonna start a war
Sofrer, sofrer e sofrer e depois em dois minutos resolver a vida e despachar os de Nuremberga! Belíssimo convívio com Tulipa e Daphne, no food court de uma área comercial a ver a bola! Sim, momento único…valeram os pasteis de massa tenra, os amigos que por lá passaram e os golos sul-americanos!
Detesto Michael Jackson. Não gostava quando tinha onze anos e andava na dança jazz, continuei a não gostar quando deixei a dança jazz aos dezasseis. Não gosto hoje. Não tenho pena de não gostar. Não me interesa que o Thriller faça 25 anos. Não quero ouvir as músicas do álbum, não gosto de nenhuma e sei que todas são famosas. Não quero ver o video de John Landis e até simpatizo com lobisomens enquanto tema do fantástico. Não quero sequer ver a figurinha dele nos dias de hoje, espécie de fantasminha que só dá dó. NÃO.
Gostei muito! A Boine tem uma voz que se revela diferente a cada interpretação. As músicas sucedem-se, não importa as palavras que não percebemos, entendemos as paisagens de alma que descrevem e isso basta.
E de nada vale insinuar que a terceira canção, Eagle Brother, para a qual Boine coloca sobre os braços nus uma bela écharpe vermelha e voa qual águia Vitória, foi o início da total rendição á sami singer. Se bem que ajudou...
Finalmente consegui ver um dos filmes favoritos da minha avó Fernanda.
Compreendo e até a consigo imaginar a sair do cinema há quarenta anos atrás. Não consigo partilhar o afecto mas satisfiz a minha curiosidade e, de alguma forma, estou mais perto dela.
Hoje, o cliente da reunião de segunda enviou um mail a agradecer a amabilidade e simpatia com que foi recebido. A saber, eu só lhe expliquei como plantar uma sebe com a sofisticadíssima técnica do pé de galinha ( que já me foi ensinado por alguém!!paps!!) e disse-lhe que obviamente iria ter as suas plantas devidamente identificadas com nome científico e vulgar.
Num tempo em que a aparente competência é premiada ainda com mais trabalho, soube-me que nem ginjas!
No cinema, o vermelho é a cor mais intrigante. Está sempre a mudar. É o tom que revela maior volatilidade quando transposto para o cinema. Quase todas as outras cores mantêm-se imutáveis, mas o vermelho tem tanta personalidade...Experimentamos 20 tonalidades diferentes e, no fim, optamos por um vermeçho carmim teatral e perfeito para um filme em que o sangue quer ser, não tanto real, mas uma espécie de pontuação emocional.
Numa época de desencantamento… Valham-nos as férias, as viagens por fazer, os amigos, os grandes e pequenos amores, os convívios infinitos com banda sonora, as vitorias do glorioso e a memoria dos embrulhos do sr. Afonso da Charcutaria Central!
When do people go to when they die? Somewhere down below or in the sky? ‘I can’t be sure’ said Grandad ‘ but it seems They simple set up home inside our dreams.’
Assim é que é bonito. Para mim, um bom jogo é isto: à meia hora o Benfica já ganha por 2-0, dpois sofre-se um bocadinho, que as vitórias sem sofrimento nem sabem a nada; e ao final ainda se marca outro, para irmos para a cama mais aconchegadinhsos.
RAP na Chama Imensa, na BOLA ao domingo.
E também é bonito ver os Paulos Bentos a ganhar aos Jesualdos com direito a belo frango & golo em fora de jogo (de acordo com a análise justa e rigorosa do Rui Santos.)
de Nikolai Leskov (1831-1895, Rússia). Admirável esta Madame Bovary, mais pragmática e amoral, que a meio da trama já tinha aviado o sogro e o marido sem pestanejar. Da recente editora Hespéria. Queremos mais.
I offered you some chocolate You declined so sweetly and commented on my jacket "It makes you look like a lumberjack, but are you man enough to wear it?" I said, "It used to be my grand-grandfather's, what could I do but inherit it?" My words are just c-c-c-coming out all wrong I sure could use a little help I think I'm gonna drop my cool now The best way to touch your heart is to make an ass of myself de Jens Lekman, quem mais?
A série Holocausto, transmitida pela RTP. Na televisão da avó Olívia. Sempre sem censura. Por tudo isto a palavra ficou gravada em mim e é uma quase-obsessão.
surpresa, de surpreso s. f., acto ou efeito de surpreender ou de ser surpreendido; sobressalto; prazer inesperado; notícia ou coisa que alguém prepara para surpreender outra; sucesso imprevisto.
Nestes dias em que o Glorioso teima em fingir que não sabe jogar, para ver golos do Benfica, só mesmo na RTP Memória. Vi lances de fino recorte futebolístico num Benfica – Salgueiros de 1994, ainda Rui Costa tinha uns caracóis magníficos e em Abel Xavier não existia uma única melena loura! Isto sim, é serviço público!
Urge arranjar uma banda sonora para a boda, que garanta horas infinitas de dança no jardim! Eu com ABBA, Interpol, The Strokes, Artic Monkeys, Pulp, Jens Lekman, Scissor Sisters, Pixies, U2, Madonna, Kylie Minogue, White Stripes e umas misturas dos 2 Many DJ’s fico bem! Ah, e o Into my Arms do Nick Cave, claro! Se bem que o Rock of Gibraltar também faz muito sentido.
Entre o Luisão e o Katsuranis, escolhia o grego! Isto a propósito do momento descolorido do Glorioso, de sumaríssimos e outras cenas da bola. Mas, ainda assim, preferia o Ricardinho, no futsal!
...acabado de chegar do Rio de Janeiro, pela mão gentil de S. Para satisfazer a minha curiosidade, cansada de esperar pela tradução da D. Quixote para P.E. (os meus agredecimentos a S., que para além do peso do livro aturou as piadolas do rapaz da livraria: «pôxa, se sem qualidade dá direito a mil páginas, imagina se o cara tivesse!»)
Ficam saudadinhas de alguns, e o desejo de os encontrar um destes dias! Ficam as alegrias de ser uma Entretida e ás vezes uma Entremeada e o desejo de um dia mais tarde termos a nossa própria S.A..
A Tragédia da Rua das Flores ou O Desastre da Travessa das Caldas ou Os Amores de um Lindo Moço, O Caso Atroz de Genoveva ou simplesmente Genoveva, é uma obra rascunhada e rudimentar do ponto de vista gramatical, formal e estilístico, que ficou esquecida durante cerca de cem anos e que o autor nunca chegou a corrigir.
Todavia, era, para Eça,
"o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje"