em Gösta Berlings saga. Para a Sónia (ou para quem me levou à Cinemateca pela primeira vez). experiência e tanto, com o devido acompanhamento ao piano e tudo
Enquanto em Malahide Castle, Thom York, sozinho no palco tocava uma nova música dos Radiohead, de Lisboa chegava via sms a confirmação da vitoria de Portugal.
Obrigada à Tulipa Negra, que tão bem nos recebeu em Dublin.
de Bill Viola. Alguém descreve a peça melhor do que eu o faria: The Quintet of the Unseen depicts a group of five people seen up close and in extreme slow motion as they experience intense emotions: anger, sorrow, rapture, fear, and grief. Their emotional energy builds to an unbearable level, crests, then leaves the players drained, exhausted, and transformed in its wake. The Quintet is based on Viola's research into representations of the Passions in Italian and Northern Renaissance art. Although no specific religious or mythological subject matter is inherent in the Quintet, references or stories inferred from the group's actions reflect Viola's belief in the universality of private and subjective human emotions.
de Peter Greenaway. O estúdio/teatro e a cama/palco não param de me assaltar. Assim como muitas das outras imagens que se movem e vão arrumando, para sempre, perto das imagens de Bill Viola e do seu trabalho The Passions.
Orfeu. Um homem faz tudo, na vida. Acredita em tudo, nos dias. Até crê que o seu sangue às vezes corre nas veias dos outros. Ou que aquilo que aconteceu se poderá desfazer. Julga quebrar o destino com embriaguez. Tudo isto eu sei, e não é nada. Baca. Tu não sabes o que hás-de fazer da morte, Orfeu, eo o teu pensamento é só morte. Houve um tempo em que a festa nos tornava imortais. Orfeu. Então gozai vós a festa. Tudo é lícito a quem ainda não sabe. É necessário que cada um desça uma vez ao seu inferno. A orgia do meu destino acabou no Hades, acabou cantando à minha maneira a vida e a morte.
Sofia Coppola. Pelos 3 filmes que me são tão especiais. Pela Kristen Dunst. Por ter dançado com Al Pacino em The Godfather: part III. (e beijado Andy Garcia)
Espero que saibamos receber bem Harald V e Sónia da Noruega. Eles que foram anfitriões perfeitos, em Oslo, quando lá vivi. Amanhã lancham lá em casa e pastéis de Belém não constam da ementa!
Estive durante o fim de semana a analisar cuidadosamente o dossier Quique Flores! Um homem que é sobrinho de Lola Flores, sobrinho de Gento, afilhado de Di Stefano, que dança sevilhanas, que gosta de Coca-cola e é ainda meticuloso e perfeccionista, parece-me ideal para o Glorioso!
Além disso faz pendant com Rui Costa, teremos, e nisto estou absolutamente segura, a dupla director / treinador mais bonita do campeonato e da Taça Uefa!
Poderia ainda falar do percurso desportivo como jogador e como treinador, mas o que me interessa é que Don Quique ponha o Benfica a jogar bem e a ganhar e mais nada!
Ah, e Hortelã, o Quique é casado com Patrícia e têm 4 filhos…..se fosse para constituir família acho que preferia o Laudrup, a escola escandinava cativa-me mais!
de Peter Greenaway, aqui num dos poucos registos diurnos (e exteriores) do filme. A surpresa é o fantástico Rembrantd van Rijn interpretado por Martin Freeman que estou habituada a ver, em registo de comédia brilhante, como Tim Canterbury em The Office.
Por muitas razões e porque gostei muito de vê-la ontem no Teatro Aberto em Rock’n’ Roll. Obrigada ao rapaz do casaco verde oliva que tão vivamente sugeriu esta peça!
1. ir ao estádio da Luz, usar a minha cadeira cativa pela ultima vez nesta época e dizer adeus ao Rui! 2. ir ver os The National e pronto! 3. ver a primeira parte do jogo na Luz e depois Aula Magna!
You see the clever girls look for a clever boys And then the clever boys seem to have a different choice They want a good-looking chick That likes to blow them away Someone who laughs at all the Funny little things they say
Clever Girls Like Clever Boys Much More Than Clever Boys Like Clever Girls lyrics by Pelle Carlberg
Gosto destes senhores ao vivo, é a forma de conseguir concretizar aquilo que oiço em casa. Gosto deles experimentais e performativos. Trouxeram muitos metais, de formas várias e sempre não convencionais. Não tocaram carrinho-de-supermercado. Mais uma vez pela mão generosa da Claudia. #por a vidinha em dia (2/3)
de Azazel Jacobs. O meu favorito da edição deste ano do IndieLisboa. Pela casa, pela generosidade dos actores/não-actores, pelo intimismo que foi conseguido e por tudo isto em convergência num filme que me conquistou. Deixei para trás um Mike Leigh bom mas não entusiasmante e um Abel Ferrara divertido (?). Só não sei como referir a maior perca de tempo de que tenho memória num filme chamado Mr. Lonely. #por a vidinha em dia (1\3)
Virei à esquerda numa rua sem árvores, à direita em outra rua sem árvores, à esquerda na rua das grandes tílias, à direita na rua dos lódanos bastardos, à esquerda na das olaias, à direita na dos choupos que é quase a das romanzeiras de tão grandes que elas estão e finalmente à esquerda na minha rua, a das melias em flor! Parei ainda para comprar um livro e uns morangos cheirosos!
Sonhei contigo, Papoila. Estavamos as duas na cinemateca de Estocolmo (que tu tão bem conheces) a assistir à projecção de Persona . Depois passeámos no jardim e fomos comprar umas revistas. Comentámos como não fazia realmente diferença ver os filmes de Bergman sem legenda e como tudo era claro para nós.
de Grant Gee. Para esquecer de vez «Control» de Anton Corbijn e esclarecer que enquadramentos lindinhos e luz perfeita não valem um caracol quando comparados com a honestidade deste documentário.
Cada vez mais esta família parece saída de um reduto religioso perdido num grande país. Há qualquer coisa de seita alienada nestas performances. Quando Cave se senta ao piano não percebemos se é um pastor frenético que nos vai guiar ou um cowboy num cavalo imaginário. Parecem sempre ambas as coisas e, ainda mais improvável, faz todo o sentido. Aderimos à nova religião e cavalgamos com ele para a redenção.
Algumas das pessoas deste blog estiveram toda a tarde a assistir aos ensaios de Nick Cave e dos Bad Seeds. Ao contrário do que este rapaz faz, não vamos tecer comentários ao alinhamento das músicas, à boa forma de Nick Cave, às guitarrinhas do Warren ou a qualquer outro assunto que diga respeito ao concerto de amanhã.
Lego. A brincar tardes a fio com a Sara. Um dia juntámos todos, desde a minha casa-de-banho ao barco pirata dela. Ficaram preciosamente guardados em casa da tia Nela.
de Neil Jordan. Será para sempre um dos meus filmes favoritos. Pela perversidade do conto aparentemente infantil e por Rosaleen (Sarah Patteson) ser uma miúda como eu.
The Godfather - part II de Francis Ford Coppola. Durante os festejos do último dia de 1958 Mike sabe da traição do irmão Fredo. É também o inicio da revolução Cubana.
Even though i met you only recently i find myself falling in love with you i dont know quite how to put this decently but what's the chance that you can love me too? who who who who who has made my dreams come true? and turned my gray sky blue why its you you you you you
Detesto o protocolo, os formalismos. Não gosto de senhores engravatados, políticos, banqueiros, donos-de-tudo, comendadores bazófias-se-bem-que-genuínos, senhoras cor-de-solário ou cor-de-fome, meninas pagas para sorrir, fanecos, galeristas mal-educados. Só pensava em ir para casa tomar banho. Lavar-me. Como não podia, bebi vinho. Do comendador. O suficiente para me abstrair de tudo aquilo. No fim o Miguel Soares recebeu o prémio e agradeceu à mãe que, sábia, não estava presente.
Cate Blanchett. a) fazia parte dos que tinham orelhas em bico no 'Lord of the rings' e isso eu aprecio muito; b) para deixar Daphne enervada. Um destes dias posto o Brad Pitt.
«My body is a cage» de Arcade fire + «Once upon a time in West» de Sergio Leone. Vi este filme uma vez na vida num cinema ao ar livre. A música ouvi-a vezes sem conta e sem dar conta (banda sonora não-escolhida-por-mim do Verão passado).As duas coisas feitas numa só fazem-me perceber o quanto este filme é inesquecível e como essa característica se colou à música.
A Tragédia da Rua das Flores ou O Desastre da Travessa das Caldas ou Os Amores de um Lindo Moço, O Caso Atroz de Genoveva ou simplesmente Genoveva, é uma obra rascunhada e rudimentar do ponto de vista gramatical, formal e estilístico, que ficou esquecida durante cerca de cem anos e que o autor nunca chegou a corrigir.
Todavia, era, para Eça,
"o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje"