As melhores amêndoas tipo Milão do mundo vendem-se no Califa! Em pacotinhos prontos a levar, se bem que eu preferia os tempos em que estavam em tabuleiros no balcão e podíamos encher os saquinhos a pedido!
Reparo que, este ano, os pacotinhos estão menos cheios, também aqui a mão de Gaspar se faz sentir...
Depois existem outras amêndoas bonitas que se vendem em sítios igualmente bonitos, como a Arcádia e a Versailhes, mas não são a mesma coisa!
Contagion de Steven Soderbergh (2011).
Com o desejo de que também seja memorável.
numa sempre irrepreensível edição da Picador.
Desde há um bocadinho ali, na Rua do Ouro.
Bem precisamos e merecemos. Ganhei o dia em forma de pão-de-deus.
O Rui faz anos hoje!
Pronto, era só isto....
Tornei a cruzar-me com a criatura protagonista do diálogo, para evitar repetições do mesmo andei muito rápido e já marquei o C-mão-de-tesoura.
- Bom dia! é menino ou menina?
- Menina.
- Quantos meses?
- Quase 3.
- Mãe ou avó?
- ....
de Hélia Correia.
As cervicais exigem-me leitura mais leve, a rondar as 200 páginas.
Row, row, row your boat,
Gently down the stream.
Merrily, merrily, merrily, merrily,
Life is but a dream.
Tulipa, relembra-me a tua brilhante tradução disto...
A word is dead
When it is said,
Some say.
I say it just
Begins to live
That day.
Emily Dickinson
em Blonde Venus de Josef von Sternberg (1932). Directamente da videoteca do meu pai.
Videoteca esta organizada por actores. A cada um as suas idiossincrasias.
que é feito deste rapaz???
Parabéns!
o Wes Anderson que se espera.
Em registo fotográfico para a Papoila.
Na etiqueta podiamos ler «Rhododendron Himalaya 1908».
Pela cerca envolvente acreditamos que este Rododendro não tem QI suficiente para escapar...
Amanhã não vou ao estádio, mas o meu lugar cativo não ficará vazio. e isso é que importa, que apoio não falte ao Glorioso!
Ir ao MOMA ver a exposição da Cindy Sherman.
uma verdadeira bomba literária e moral
A Tragédia da Rua das Flores ou O Desastre da Travessa das Caldas ou Os Amores de um Lindo Moço, O Caso Atroz de Genoveva ou simplesmente Genoveva, é uma obra rascunhada e rudimentar do ponto de vista gramatical, formal e estilístico, que ficou esquecida durante cerca de cem anos e que o autor nunca chegou a corrigir.
Todavia, era, para Eça,
"o melhor e mais interessante que tenho escrito até hoje"
"uma verdadeira bomba literária e moral".